13 de março de 2012

ESTUDAR GEOGRAFIA

Cadê você?! Era bem essa música que se interrogava sobre Você. É, Você aí mesmo! Você, o foco: da pesquisa, do ensino, da extensão, da prática. Por isso um longo e prazeroso estudo. Talvez um tanto complexo, mas... aliás, sem "mas" e com mais, mais vontade, mesmo complexo, e por isso a pergunta, até Bebel Gilberto quis saber: Cadê Você?
Definir Você seria um fazer, e isso me dá medo na verdade! Imagine se por ventura vem um outro estudioso e cria uma nova teoria, o espaço de Você seria no mínimo compartilhado, sejamos vanguardistas: ABSTRATOS FOUVISTAS! Ah como Você ganha beleza assim... Se divide: numa santa tríade, ou santíssima trindade (Você escolhe!) podemos ver Você num físico, num humano e num indefinido. O indefinido é o melhor, é o mais determinado e, num lindo que se quando vai num subjetivo de verbo português e dá mais voltas que as voltas do 6º satélite natural de Saturno, nem sei se falei bem, mas Saturno tem anéis, anis, anóis, anuis, faltou uma letra, Você!
É incrível que minhas músicas estão científicas; são agora, estudos culturais... Nessa "eu vou navegar nas ondas do mar eu vou...", nessa eu quero estudar, estudar o humano, que é da população, da etnicidade, do contato social, da diversidade na diversidade pela diversidade com a diversidade, e é da cidade?! não! É mais que dela, é da megalópole, mas é da roça?! É todo o campo!
E eu ainda falo do humano, falo humano porque o que é humano é porque é próprio do homem, por isso falo. É contato, interação, constante fluxo e refluxo globalizador. AAAAAAH, VOCÊ! Mas inda tem mais, tem o físico, esqueceu? Não? Mentira, esqueceu sim, mas faço penetrar muda e surdamente num relevo esculpido a uma água que não é doce nem salgada. Você um dia provará desse sabor, ou não, sua abstração cavalga, cavalga numa marcha que permite dizê-lo expressionista. AAAAAAH VOCÊ! Inda tenho dúvidas nesse estudo sobre algumas coisas, óbvio: Qual é o clima? O tempo é que muda não é? E energia? Qual a melhor forma de se consumir energia?

O Indefinido é o melhor, pois é concreto, simbólico e somente é... eu sei! Não é? Não, tem razão, não sei! Mas quero aprender, e muito, afinal Você é isso, Você é geografia, logo, é poesia! Me faz doutor?!

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