23 de março de 2012

COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS



E se me perguntarem da existência de Deus? Eu respondo: “você sabe do seu Ser?”. É engraçado perceber como as pessoas podem fornecer pistas idiossincráticas a respeito de coisas que são teóricas, gerais e óbvias, por serem assim mesmo, teóricas, gerais. “Caríssimos... tocou a terceira entrada do teatro! Quê? Triste de você se prefere o cinema”. E risadas, não gargalhadas... mas, por dentro, não mostremos o bom do amor no humor para esses que merecem lágrimas, as mais indefinidas possíveis, diria até lágrimas de ornitorrinco, afinal, crocodilos são animais tão belos, e tão definidos. Por que haver de assim qualificar suas lágrimas? Devem ser tão “tão” quanto eles. E se a poesia fosse... nããão... a poesia não foi, vivamos um cansaço que nos anima, e de animar uma cadeira se torne um Pedro Albuquerque dos Santos, EIS: O MAIOR DOS PARADOXOS: um Albuquerque dos Santos. Mas se a revolução não deu conta de entender esse paradoxo, porque haveria de entender eu? Entende? Paro aqui, justamente porque não estou cansado, e exijo mais de mim, mais coragem, mais sensualidade, mais o que pode ser suscetível ao outro, principalmente falares, olhares, tateares e não só, mas também...

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